ONG japonesa

Sábado fomos a este restaurante que se chama Okonomiyaki Colombus,
fica perto da Estação de Negishi JR.





Ficamos sabendo lá na festa do Dr. Mukaiyama, da postagem de uns dias atrás. Esse Colombus na verdade é um ONG que apóia jovens que não estudam nem trabalham. Já ouviram falar de riki-komôri? Apareceu na VEJA de alguns anos atrás. São jovens que ficam anos sem sair de casa sem trabalhar nem estudar. Essa ONG resgata essas pessoas e quando estão aptas, elas passam a trabalhar nesse restaurante. Ajudam as pessoas a terem um trabalho e se tornarem independentes.





Este é o kimuti tyarán (estou tentando escrever próximo da pronúncia em japonês). Especialidade da casa.





Este é o okonomiyaki: verdura, carne, farinha, ovo, água, etc... preparado na chapa, ou teppan. Parece aquela chapa de padaria, onde fazem sanduíches.

Eles tem teppan-yaki também. É o primeiro que vejo no Japão.



Voltando à ONG, na festa do Dr. Mukaiyama conhecemos uns 10 jovens que vivem no alojamento e tentam se reintegrar à sociedade. Muita gente se pergunta por que numa sociedade tão afluente tanta gente vive à sua margem. Talvez a sociedade seja exigente demais e muitos não aguentam a pressão. Por isso essas ONGs são muito importantes e fomos conhecê-la outro dia.

Comentários

Yuka99 disse…
Tem Cheesecake Factory em Seattle sim. E só com a bebida já dá para alimentar metade da família…

Achei muito bacana essa ONG. Ajudo um pouco uma ONG bem pequena aqui no Brasil e acho que esta é uma idéia adaptável às nossas condições.

Tenho uma receita bem fácil e gostosa qufica ótima com bacalhau fresco. Vou te passar por e-mail. Vou experimentar a sua receita também! Hummmmm!
Elisa no blog disse…
Oi Yuka,
Achei engraçado e ri muito e acho que com bebida e a entrada dá para alimentar a família toda no Cheesecake Factory.

Não me estendi muito para não ficar comprido, mas essa ONG dos hikikomori tem sucursal na Austrália e Nova Zelândia tb. Eles levam os jovens para outro país para mostrar que o Japão não é a única opção. Vc que conhece bem o país e a cultura sabe que o japonês tende a achar que não há opção além do Japão. Já que vc falou que a idéia é adaptável, vou acrescentar mais uma informação:
Na Austrália o Colombus tem um yatai de tako-yaki que vende goju-man en por dia (uns 5 mil dólares)!!
Como é a ONG que vc ajuda?

Estou aguardando a receita de bacalhau fresco.

beijos,
Elisa

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