Pular para o conteúdo principal

doce de Hokkaido

São biscoitos de Hokkaido.

Na verdade eu estava pensando em terminar essa postagem ontem, mas fui ver uma amiga no World Porters, um shopping de Yokohama. Ela veio de Sakhalin na Rússia. Por isso estou completando hoje.


Eu acho que é embalagem demais, pouco ecológico, mas os biscoitos japoneses vêm assim, embalados um a um. Muitos japoneses também acham que tem embalagem demais. Vamos ver se algo muda, em nome da ecologia. Mas ao mesmo tempo é bom também porque podemos comer biscoitos sempre fresquinhos e crocantes.


Hokkaido fica no norte do Japão. É muito frio e neva muito nessa época.
A criação da embalagem é nova, mas ela tem um ar retrô. Os designers daqui usam muito esse ar antigo quando querem dar essa imagem ao produto. Este tipo de kanji era usado antigamente no Japão. Esse biscoito ganhou um prêmio internacional em Bruxelas no ano passado.

Comentários

JAPONAISE disse…
Muito legal essa idéia!!!!!!
Mas,adorei o tecido de fundo da embalagem....
doces bjs,
JAki
Elisa no blog disse…
Oi JAki,
depois do seu comentário, acrescentei mais umas coisas.
Obrigada por comentar sempre, muito carinhoso da sua parte.
bj,
Elisa
JAPONAISE disse…
Elisa....
Vc tocou num ponto bastante interessante,que agora a Tati e eu vamos nos embrenhar....o excesso de embalagens....a política do "Mottainai Furoshiki",criada por Yuriko Koike,aí no Japão.
Estamos apostando no uso dessas embalagens tão pouco sabida e divulgadas ,aqui no Brasil,mesmo pela nossa colonia.
Depois contamos os resultados....
bjs,
JAki
Elisa no blog disse…
Oi JAki,
Obrigada pelo comentário tão rápido. Interessante que aqui é noite. Escrevi para vc antes do jantar e agora estou escrevendo depois do jantar.
Bom, mas o que eu queria dizer é que aqui o furoshiki está ganhando adeptos mais jovens e existe até loja.

Vi uns vídeos legais no Youtube.
Como tem Youtube aqui no blog mesmo, é só clicar "Japanese furoshiki" e Search. Vc vai achar uns legais. Depois me conte.

Eu tenho um furoshiki, só unzinho mas estou pensando em postar aqui no blog. Antes preciso pesquisar modos de usar.
beijos,
Elisa
JAPONAISE disse…
Elisa,
Já ví todos no YOUtube...sou uma "interessada" nesta arte há muito!!!!!e venho apostando nesse uso consciente das embalagens....principalmente dos furoshikis!
Faço uns que são em forma de sacolas,com os tecidos que encontro aqui( que não amassam,encorpados,etc,etc) e ultimamente,tenho feito com os tec. importados que a minha filha envia. Ficaram bárbaros e vendi todos.
E esse agora é o nosso novo projeto....da Tati e meu...e estaremos participando da Paralela Gift,que é uma feira de design só para lojistas.Será na próx. semana,na Bienal do Ibirapuera.....depois te contamos.
bjs...e vou adorar saber qquer novidade 'a respeito. Adoro embalagens!!!!!!
JAki
Elisa no blog disse…
Oi Jaki,
Legal que vc gosta de embalagens. Tenho leitores do blog que criam embalagens e me pedem para postar novidades. Por isso coloco tantas.
Me conte depois sobre essa feira de design.
beijos,
Elisa

Postagens mais visitadas deste blog

7. Guêr ou ger, tenda-vivenda da Mongolia

Hoje vou mostrar como se monta uma tenda ou casa mongol. Ela se chama ger (guêr). Construir o ger fazia parte desta nossa viagem.
Na época que eu fui a temperatura estava entre 10 a 15 graus de manhã e a noite. Durante o dia estava entre 20 e 25 graus. Foi agradável e deu para fugir um pouco desse calor infernal que está fazendo no Japão esse ano.
Primeiro coloca-se a porta e estrutura da parede.
Em seguinda monta-se o pilar central dentro do ger. Colocam a base do teto. Olhem que gracinha esse menino no centro da foto.
Não sei se esse garotinho queria ajudar ou brincar, mas lá estava ele escalando a grade.
O esqueleto do ger é coberto com pano e cobertor de lã de camelo.
Cobrem o teto e paredes com tecidos grossos para proteger do frio. O menino ainda está lá.







Cobrem com o tecido branco característico de todos os gers. Meu filho quando pequeno também era assim, queria ajudar em tudo. Aliás, ele ajudou muito para fazer esse ger. E gostou da experiência.
Fiquei refletindo. Nós das cidades quando const…

8. Mongolia: roupas e comida

Hoje vou falar da roupa e comida da Mongólia.
Eu sei que Mongólia tem acento. Mas no título não coloquei de propósito porque assim, podem fazer um hit em inglês e pelo menos poderão ver as fotos. Já com acento acho que não aparecerá nas buscas em inglês.
A roupa que as mulheres estão usando se chama dêr. É longo, quentinho, protege bem do frio.
Com essa roupa as mulheres podem se afastam um pouco do ger (tendas) e vão fazer xixi. Elas se agacham e o dêr cobre tudo. Muito prático. Dá até para andar a cavalo.

A roupa típica dos nômades para homens também se chama dêr. O Dêr dos homens não é estampado como das mulheres. Esses dois homens, o do centro e do lado esquerdo usam dêr cinza com faixas coloridas. O homem da foto abaixo usa dêr azul. Na cabeça usam boné ou chapéu tipo ocidental. Eu acho que chapéu e bonê não combinam com o dêr. Mas o chapéu típico é assim: Imagine a metade de um coco. Em cima do coco, bem no meio fica um chifre comprido com uma bolinha na ponta. É meio esquisito, acho que por i…

Verduras no vapor

Ultimamente tenho usado essa cuscuzeira para cozinhar verduras e legumes. No vapor. Sempre achei que demorava muito para fazer batatas cozidas. Leva todo o tempo de esquentar a água. No vapor vai muito mais rápido. Depois da batata, experimentei cozinhar abóbora como na foto. Deu certo com vagem, espinafre (horensô), batata doce, quiabo, aspargos, etc.
É mais rápido, ecológico e as verduras ficam mais gostosas. Acho que perdem menos nutrientes porque eles não vão embora junto com a água do cozimento. Adoro soluções assim, boas em muitos sentidos.
Comprei essa cuscuzeira em São Paulo. Vc pode encontrar em casas do norte, que são lojas de produtos do nordeste. Lá no nordeste essa panela é muito usada para fazer cuscuz.
No começo eu só usava para fazer cuscuz. Hoje uso também para cozinhar verduras no vapor.